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Mostrando postagens de Junho, 2010

Bloco de notas: precisa-se!

Começo a sentir necessidade de trazer um bloco de notas no bolso, ainda ontem ao vir da faculdade para casa, saíu-me algo assim:

"Moro num coração desabitado de solidão e povoado de uma multidão crescente." Valeu-me o telemóvel, esse ser que nunca me larga.

Nobel.

José Saramago, viveste anos luz à frente deste nosso tempo. Simplesmente escrevias sobre situações que não praticavas, somente as denunciavas. Como ainda hoje acontece, quem é sempre mal visto, não é quem faz, é quem fala! Faço questão de te cumprimentar e beijar-te a mão com que escreves, lá no outro lado da vida.

Viagens.

Já vai alta a noite, vejo o negro do céu, deitado na areia, o teu corpo e o meu. Viajo com as mãos por entre as montanhas e os rios, e sinto nos meus lábios os teus doces e frios.

E voas sobre o mar, com as asas que eu te dou, e dizes-me a cantar: "É assim que eu sou". Olhar para ti e ver o que eu vejo, olhar-te nos olhos com olhares de desejo. Olhar para ti e ver o que eu vejo, olhar-te nos olhos com olhares de desejo. Eu não tenho nada de mais p'ra te dar, esta vida sao dois dias, e um é para acordar, das historias de encantar, das historias de encantar.
Viagens que se perdem no tempo, viagens sem princípio nem fim, beijos entregues ao vento, e amor em mares de cetim. Gestos que riscam o ar, e olhares que trazem solidão, pedras e praias e o céu a bailar, e os corpos que fogem do chão.
Pedro Abrunhosa, escreves como poucos o fazem, adorava ser assim.

Exames.

Esses malvados vêm aí outra vez! Mas eu fintei-os, ontem fui à praia com os meus homens e eles não! Que eles não me fintem a mim, porque juro que se voltar a praia, levo folhas comigo para ler!;D AHAHAH