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Um dos meus muitos hobbies.

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Civismo e bom senso.

Hoje presenciei um ligeiro acidente. Estava a chover, já passava das 17h, era de noite. Ia a correr e na direção oposta, alguém trava em cima da passadeira e o de trás bate-lhe. Instintivamente, rodo a cabeça no momento do estrondo, o condutor (alegado sinistrado) está a sair do automóvel a gritar com o condutor que lhe bateu e não mais de dez segundos depois sai a filha do primeiro condutor do banco de trás e agarra-se ao pai com medo, mas medo de que ele se passe da cabeça e comece uma cena de pancadaria. A mãe é a última a sair e nada faz, nada diz.   Se aquele acidente colocou em risco de vida a menina? A mim pareceu-me que não, mas como disse, rodei o rosto com o som do impacto. Pareceu e parece-me que era tudo apenas um grande aborrecimento. Realço que condeno a atitude do primeiro condutor. O pior podia ter acontecido assim que a menina saiu disparada do carro.  Se existisse civismo e bom-senso, em primeiro aquele pai não teria dito o asneiredo que disse, muito menos batido co…

Tenho dificuldade em fixar os meus sentimentos.

Como tal, aceito que também aconteça o inverso para comigo. Possivelmente, daí ter a fasquia tão alta, de como os outros me vêm. Gosto que me tabelem por cima, de sentir as exigências bem altas,  habituei-os e a mim mesma a isso e só assim sei viver, daí esforçar-me ao máximo. Mas ao olhar para o pano do avesso, tenho dissabores. Com situações que vão surgindo, o meu amor vai diminuindo por certas pessoas. Erro meu, penso eu que assim seja. Porque as expectativas fui eu que as criei, as ideias surgiram da minha cabeça, quando o amor, esse deve sair do meu peito para outro peito. E ultimamente, não que os desgostos sejam mais ou maiores, tenho pensado nisto. Dou comigo a gostar menos, a querer estar menos tempo na presença deste ou daquela. Porquê? Porque infelizmente, a força de vontade é menor, o esforço do outro é também ele diminuto e são poucos os motivos que me sobram para continuar a dedicar-me e até em alguns aspectos, esforçar-me.
Há alguns anos, fui totalmente diferente. Eu …

Ano impar ou ano par?

Há quem se defenda que o bom presságio está ou em anos pares ou anos impares; outros nos dias do calendário, fugindo ao agoirado dia 13. Eu já descobri a minha prazeirice: sou fã, mas fã a valer de meses começados por M: março e maio. 
Há coisas boas, mas mesmo boas a acontecer nesses meses!