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E como vão as corridas?


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O amor sossega a dor.

O amor sossega a dor.
Sossega.
Mas não esquece.
A dor apenas esmorece.
E volta,
volta sempre.

O amor acalma,
O amor atenua.
Acarinha e protege
O amor mostra que se consegue.
Com muito amor, pouco se teme.

Mas haverão sempre os infelizes,
Aqueles que sabem amar,
Dar e cuidar.
Sem pouco ou nada pedir,
Apaixonados, deixam-se ir...

Com tudo,
vivem sem nada.
No espelho o reflexo é de alguém sozinho.
O corpo muda de casa,
mas a alma tem a mesma morada.

E nestes casos,
quem infeliz foi, é e será.
E aqui, a conclusão que agonia,
é o peso da monotonia e
o amor só cega a dor.

Civismo e bom senso.

Hoje presenciei um ligeiro acidente. Estava a chover, já passava das 17h, era de noite. Ia a correr e na direção oposta, alguém trava em cima da passadeira e o de trás bate-lhe. Instintivamente, rodo a cabeça no momento do estrondo, o condutor (alegado sinistrado) está a sair do automóvel a gritar com o condutor que lhe bateu e não mais de dez segundos depois sai a filha do primeiro condutor do banco de trás e agarra-se ao pai com medo, mas medo de que ele se passe da cabeça e comece uma cena de pancadaria. A mãe é a última a sair e nada faz, nada diz.   Se aquele acidente colocou em risco de vida a menina? A mim pareceu-me que não, mas como disse, rodei o rosto com o som do impacto. Pareceu e parece-me que era tudo apenas um grande aborrecimento. Realço que condeno a atitude do primeiro condutor. O pior podia ter acontecido assim que a menina saiu disparada do carro.  Se existisse civismo e bom-senso, em primeiro aquele pai não teria dito o asneiredo que disse, muito menos batido co…

La La Land (porra para o amor).

Cidade das estrelas
Luzes da ribalta
Um palco cheio de luz
Uma plateia repleta
aplausos infindáveis.

Cai o pano.
Os sons ecoam apenas na minha memória.
O brilho e o esplendor é só fachada
Quando a porta oclui
Há muito que oculta
O silêncio engole-me.
E eu não aprendi a cuspir.

Sobro eu, o meu lápis
As folhas que em breve já não estarão em branco
Há ideias, muitos sonhos e demais ilusões
Há uma cabeça cheia de tudo
E um peito sem nada.

Há uma melodia maravilhosa no ar
E eu não tenho a quem dar o braço para dançar.
Sou só eu e um sonho persistente
Tudo venci, tudo ultrapassei
Foi persistência dizem uns e não teimosia.

Louca, perdida e assustada,
Só agora perto do fim
Sei que tudo o que tenho e escolhi
Não vale nada.